Diário03/07/2009 20h16
Palestra no Congresso SABER 2009 São Paulo Sinergia: aprender e ensinar na magia da vida
Palestra no Congresso SABER 2009 São Paulo
FONTE: http://www.congressosaber.com.br/pub/inscricao/curso_detalhes.php?id_curso=561 Publicado por Joao Beauclair em 03/07/2009 às 20h16
03/07/2009 20h06
Acompanhe as novidades do EDUCASUL 2009.
Publicado por Joao Beauclair em 03/07/2009 às 20h06
![]() 02/07/2009 18h23
Novo artigo Leonard Boff: Bifurcação da Humanidade
Aqui vai meu artigo, fruto de minha observação pessoal da Assembléia Geral da ONU de 24-26 de junho.
Um abraço Lboff Leonardo Boff
Teólogo Nos inícios do ano os vinte paises mais ricos do mundo (G-20) se reuniram em Londres para encontrar saidas à crise econômico-financeira mundial. A decisão de base foi continuar no mesmo caminho anterior à crise mas com controles e regulações a partir de uma presença maior do Estado na economia. Os controles seriam pelo tempo necessário à superação da crise, a fim de evitar o colapso global e as regulações para restaurar o crescimento e a prosperidade com a mesma lógica que vigorou antes. Esta opção implica continuar com a exploração dos recursos naturais que devastam os ecossistemas e fazem aumentar o aquecimento global e o fosso social entre ricos e pobres. Se isso prosperar dentro de pouco enfrentaremos crise da mesma natureza, pois as causas não foram eliminadas. Acresce ainda o fato de que os restantes 172 paises (ao todo são 192) sequer foram ouvidos e consultados. Pensou-se em ajudá-las mas com migalhas. Efetivamente, toda a Africa, o continente mais vulnerável, seria socorrida com menos fundos que o governo dos EUA aplicou para salvar a General Motor. O impacto perverso da crise sobre os paises de baixo ingresso apresenta-se aterrador. Estima-se que, enquanto durar a crise, mais de 100 milhões de pessoas caiam cada ano na extrema pobreza e um milhão de postos de trabalho se perderão por mes. Tal fato fez com que o Presidente da ONU, Miguel d’Escoto Brokmann, imbuido de alto sentido humanitário e ético, convocasse uma reunião de alto nivel que reunisse os 192 representantes dos povos para juntos discutirem entre si a crise e buscarem soluções includentes. Isso ocorreu nos dias 24-26 de junho do corrente ano nos espaços da ONU. Todos falaram. Era impactante ouvir o clamor que vinha das entranhas da Humanidade: os ricos lamentando os trilhões em perdas de seus negócios e os pobres denunciando o aumento da miséria de seu povo. Muitas vozes soaram claras: não bastam controles e regulações que acabam beneficiando os que provocaram a crise. Faz-se urgente um novo paradigma que redefina a relação para com a natureza com seus recursos escassos, o propósito do crescimento e o tipo de civilização planetária que queremos. Importa elaborar uma Declaração do Bem Comum da Humanidade e da Terra que oriente etica e espiritualmente o sentido da vida neste pequeno planeta. Depois de um intenso trabalho previamente feito por uma comissão da expertos, presidida pelo Nobel de economia Joseph Stiglitz e com as colaborações vindas de quatro mesas redondas e da Assembléia Geral concertou-se um documento detalhado que ganhou o consenso dos 192 represenantes dos povos. O perigo coletivo facilitou uma convergência coletiva, uma raridade na história da ONU. O documento prevê medidas imeditas especialmente para salvar os mais vulneráveis sob coordenação de várias instituições internacionais, articuladas entre si. Mas o mais importante é a apresentação de um programa de reformas sistêmicas que prevê um sistema mundial de reservas com direitos especiais de giro, reformas de gestão do FMI e do Banco Mundial, regulações internacionais dos mercados financeiros e do comércio de derivados e principalmente a criação de um Conselho de Coordenação Econômica Mundial equivalente ao Conselho de Segurança. Desta forma se presume garantir um desenvolvimento estável e sustentável. O fato desta cúpula mundial é gerador de esperança, pois a humanidade começa a olhar para si como um todo e com um destino comum. Mas todas as soluções se orientam ainda sob o signdo do desenvolvimento, o fator principal gerador da crise do sistema-Terra. Ele tem que ser trocado por um “modo sustentado geral de viver”, caso contrário assistiremos à bifurcação da humanidade, entre os que desfrutam do desenvolvimento e os que são vítimas dele. Não chegamos ainda ao novo paradigma de convivência Terra-Humanidade, forjador de uma nova esperança. O próximo futuro, dizia o Presidente da Assembléia, será pela utopia necessária que precisamos constuir para permanecermos juntos na mesma Casa Comum. Leonardo Boff é do corpo de assessores do Presidente da Assembléia da ONU e com este título participou dos trabalhos ali realizados. Publicado por Joao Beauclair em 02/07/2009 às 18h23
02/07/2009 18h22
Desenvolvimento de Coordenadores e Analistas T&D
Publicado por Joao Beauclair em 02/07/2009 às 18h22
02/07/2009 15h23
lançamento do livro "Currículo: A Atividade Humana como Princípio Educativo
Currículo: A Atividade Humana como Princípio Educativo
Quando se fala em currículo, é comum entre os educadores a referência aos conteúdos e às formas de sua distribuição (grades). Ao assumirmos a Atividade Humana como Princípio Educativo do Currículo fazemos toda uma reflexão sobre a construção do quadro de saberes necessários para a formação dos educandos. Mas vamos além. Primeiro, trazendo à tona as questões relativas aos tempos, espaços e recursos que dão corpo à proposta curricular. Depois, resgatando uma dimensão essencial do currículo: os sujeitos, especialmente educadores e educandos, através de suas respectivas atividades principais, o ensino e o estudo.
Um currículo que tem a Atividade Humana como Princípio Educativo está profundamente comprometido, simultaneamente, com a Atividade Discente e com a Atividade Docente. A perspectiva é a superação tanto da passividade quanto da reatividade das práticas instrucionistas. Chama a atenção a falta de sentido pessoal para a prática, seja por parte do aluno seja do próprio professor. São ações mecânicas, mas não autênticas Atividades Humanas.
Ao trabalharmos a Atividade Humana em todas as suas dimensões —Sensibilidade, Motivo, Projeção de Finalidade, Análise da Realidade, Plano de Ação, Ação e Avaliação— disponibilizamos instrumentos teórico-metodológicos aos professores, alunos e gestores para que possam ir além do currículo disciplinar instrucionista, que tem caracterizado tantas de nossas instituições. Visando potencializar esta concepção ampliada de currículo, várias temáticas são abordadas: Atividade Humana, Imprinting Escolar, Estudo, Ensino, Vínculos, Trabalho Coletivo, Quadro de Saberes, Ciclos de Formação, Inter/Transdisciplinaridade, Trabalho por Projetos, Processo de Mudança, Zona de Autonomia Relativa. Nosso desejo é avançar na concretização de um currículo que faça da escola um autêntico espaço/tempo de aprendizagem, desenvolvimento humano pleno e alegria crítica (docta gaudium) de todos. Currículo: A Atividade Humana como Princípio Educativo Sumário Prefácio Capítulo 1: Currículo Escolar: A Centralidade do Humano I—Desafios da Prática Pedagógica II—Sobre o Currículo Disciplinar Instrucionista III—Conceito de Currículo O Currículo na História – O Curriculum do Currículo IV—O Currículo se constitui pela Atividade Humana 1—Centralidade dos Sujeitos Humanos no Currículo: seus Desejos, Vínculos e Compromissos 2—Dialética Pessoas-Dispositivos Pedagógicos Capítulo 2: Atividade Humana - Fundamentos I—Desenvolvimento Histórico-Cultural da Atividade Humana 1—O Papel do Trabalho na Constituição da Espécie 2—O Papel da Atividade na Constituição do Sujeito 3—Tipos de Atividades quanto ao Campo de Atuação e à Intencionalidade 4—Caráter Social da Atividade II—Dimensões Básicas da Atividade Humana: Afetividade e Cognição 1—No Princípio era... o Desejo. A Afetividade como Fundamento Primeiro 2—O Imprescindível Papel da Cognição 3—Dialética Afetividade-Cognição III—Condições de Realização da Atividade Humana: Querer e Poder IV—Atividade Humana e Liberdade V—Estrutura Geral da Atividade Humana 1—Dimensões Metodológicas da Atividade Humana 2—Observações sobre as Dimensões Metodológicas da Atividade Humana VI—Atividade Humana como Princípio Educativo Capítulo 3: Atividade Discente: o Currículo em Construção I—Atividade Humana e Produção de Sentido: uma relação intrínseca 1—Produção de Sentido 2—Trabalhando o Sentido na Perspectiva da Atividade Humana II—Atividade Principal Discente: o Estudo 1—Concepções de Educação e Aprendizagem 2—Modalidades de Saberes III—Of(v)ício de Aluno: Imprinting Escolar 1—Imprinting Escolar Instrucionista 2—Importância dos Anos Iniciais de Escolarização IV—O Estudo como Atividade 1—Sensibilidade Discente 2—Motivo Discente 3—Projeção de Finalidade Discente 4—Análise da Realidade por parte do Discente 5—Elaboração do Plano de Ação Discente 6—Ação Discente 7—Avaliação Discente Capítulo 4: Atividade Docente: o Currículo em Construção I—A Questão do Sentido em confronto com a Alienação das Necessidades II—Atividade Principal Docente: o Ensino 1—Sensibilidade Docente 2—Motivo Docente 3—Projeção de Finalidade Docente 4—Análise da Realidade por parte do Docente 5—Elaboração do Plano de Ação Docente 6—Ação Docente 7—Avaliação Docente III—Dialética do Reconhecimento Mestre-Discípulo Capítulo 5: Currículo: Para Além da Prática Disciplinar Instrucionista I—O que Estudar/Ensinar? Saberes Necessários 1—Que Saberes são Necessários? 2 —Como explicitar os Saberes? Quadro de Saberes II—Por um Currículo Não-Seriado 1—Ciclos de Formação: Alguns Pressupostos 2—Posicionamento do Professor em Relação aos Ciclos III—Esboçando Caminhos para Superação do Currículo Disciplinar 1—Em Busca de Alternativas Pedagógicas 2—Trabalho por Projetos IV—Sobre a Construção da Proposta Curricular 1—O que é mesmo essencial? Sobre as Escolas que fazem Diferença 2—Processo de Construção da Proposta Curricular Capítulo 6: Dialética da Travessia: Processo de Mudança do Currículo – outros caminhos, outras formas de caminhar I—Sobre a Complexa Relação Teoria-Prática 1—Peculiaridades da Teoria 2—Relação Teoria-Prática 3—Prática Desejada II—Sobre a Possibilidade da Mudança: Zona de Autonomia Relativa 1—Sobre a Representação da Possibilidade 2—Zona de Autonomia Relativa Concluindo Referências Bibliográficas Fonte: http://www.celsovasconcellos.com.br/index_arquivos/Page353.htm Publicado por Joao Beauclair em 02/07/2009 às 15h23
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