Meu Diário
02/02/2012 06h48
Aula inaugural em Franca Educação & Psicopedagogia: Aprender e Ensinar nos Movimentos de Autoria


Publicado por Joao Beauclair em 02/02/2012 às 06h48
 
02/02/2012 06h14
ABENEPI-RJ - NÚCLEO ABENEPI/REGIÃO DOS LAGOS - WORKSHOP TDAH




 

 

 

ABENEPI-RJ abenepirio@abenepirio.com.br

NÚCLEO ABENEPI/REGIÃO DOS LAGOS - WORKSHOP TDAH

 


Publicado por Joao Beauclair em 02/02/2012 às 06h14
 
12/01/2012 14h52
Prof. João Beauclair Entrevista Jornal Folha Dirigida 12/01/2012

Prof. João Beauclair

Entrevista Jornal Folha Dirigida 12/01/2012

Cliquei aqui para ler na íntegra

 


Publicado por Joao Beauclair em 12/01/2012 às 14h52
 
10/01/2012 19h48
Novo artigo Leonardo Boff: Tudo começou na Grécia e tudo acabará na Grécia?

 

Leonardo Boff
Teólogo/Filósofo
                               Tudo começou na Grécia e tudo acabará na Grécia?

Nossa civilização ocidental hoje mundializada tem sua origem histórica na Grécia do século VI antes de nossa era. Ruira o mundo do mito e da religião que era o eixo organizador da sociedade. Para pôr ordem àquele momento crítico fez-se, num lapso de pouco mais de 50 anos, uma das maiores criações intelectuais da humanidade. Surgiu a era da razão critica que se expressou pela filosofia, pela política, pela democracia, pelo teatro, pela poesia e pela estética. Figuras exponenciais foram Sócrates, Platão, Aristóteles e os sofistas que gestaram a arquitetônica do saber, subjacente ao nosso paradigma civilizacional: foi Péricles como governante à frente da democracia; foi Fídias da estética elegante; foram os grandes autores das tragédias como Sófocles, Eurípides e Ésquilo; foram os jogos olímpicos e outras manifestações culturais que não cabe aqui referir.

Esse paradigma se caracteriza pelo predomínio da razão que deixou para trás a percepção do Todo, o sentido da unidade da realidade que caracterizava os pensadores chamados pré-socráticos, os portadores do pensamento originário. Agora se introduzem os famosos dualismos: mundo-Deus, homem-natureza, razão-sensibilidade, teoria-prática. A razão criou a metafísica que na compreensão de Heidegger faz de tudo objeto e se instaura como instância de poder sobre este objeto. O ser humano deixa de se sentir parte da natureza para se confrontar com ela e submetê-la ao projeto de sua vontade.

Este paradigma ganhou sua expressão acabada mil anos depois, no século XVI, com os fundadores do paradigma moderno, Descartes, Newton, Bacon e outros. Com eles se consagrou a cosmovisão mecanicista e dualista: a natureza de um lado e o ser humano de outro de frente e encima dela como seu “mestre e dono”(Descartes) e coroa da criação em função do qual tudo existe. Elaborou-se o ideal do progresso ilimitado que supõe a dominação da natureza, no pressuposto de que esse progresso poderia caminhar infinitamente na direção do futuro. Nos últimos decênios a cobiça de acumular transformou tudo em mercadoria a ser negociada e consumida. Esquecemos que os bens e serviços da natureza são para todos e não podem ser apropriados apenas por alguns.

Depois de quatro séculos de vigência desta metafísica, quer dizer, deste modo de ser e de ver, verificamos que a natureza teve que pagar um preço alto para custear esse modelo de crescimento/desenvolvimento. Agora tocamos nos limites de sua possibilidades. A civilização técnico-científica chegou a um ponto em que ela pode por fim a si mesma, degradar profundamente a natureza, eliminar grande parte do sistema-vida e, eventualmente, erradicar a espécie humana. Seria a realização de um armgedon ecológico-social.

Tudo começou há milênios na Grécia. E agora parece terminar na Grécia, uma das primeiras vitimas do horror econômico, cujos banqueiros, para salvar seus ganhos, lançaram toda uma sociedade no desespero. Chegou à Irlanda, a Portugal, à Itália, podendo-se se estender à Espanha e à França e, quiçá, a todo o sistema mundial.
Estamos assistindo a agonia de um paradigma milenar que está, parece, encerrando sua trajetória histórica. Pode demorar ainda dezenas de anos, como um moribundo que resiste, mas o fim é previsível. Com seus recursos internos não tem condições de se reproduzir.

Temos que encontrar outro tipo de relação para com a natureza, outra forma de produzir e de consumir, desenvolvendo um sentido geral de interdependência face à  comunidade de vida e de responsabilidade coletiva pelo nosso futuro comum. A não encetarmos esta conversão, ditaremos para nós mesmos o veredito de desaparecimento. Ou nos  transformamos ou desapareceremos.

Faço minhas as palavras de Celso Furtado, economista-pensador:”Os homens de minha geração demonstraram que está ao alcance do engenho humano conduzir a humanidade ao suicídio. Espero que a nova geração comprove que também está ao alcance do homem abrir caminho de acesso a um mundo em que prevaleçam a compaixão, a felicidade, a beleza e a solidariedade”. Mas à condição de mudarmos de paradigma.

Leonardo Boff é autor: Opção-Terra. A solução para a Terra não cai do céu, Record, Rio 2009.

 

 


Publicado por Joao Beauclair em 10/01/2012 às 19h48
 
08/01/2012 07h04
Felicidade...

 

Felicidade

 

 

“Coisas materiais dão conforto, não felicidade. Felicidade é uma coisa sutil e profunda que está em nossa consciência. Felicidade é estar internamente preenchido, inteiro. É permanecer contente diante dos altos e baixos da vida. Porém, temos o hábito de pensar se isso acontecer na minha vida eu serei feliz. Mas esse dia nunca vem porque imaginamos o futuro e não ficamos prontos para ser felizes no presente. Felicidade não é um destino que podemos ficar adiando, mas uma jornada. Hoje, ao ler essa mensagem, pergunte a si mesmo: O que me deixa feliz? A escolha de ser feliz é sua em qualquer momento da vida.”

 

BK Sandesh Sarvade, Spirituality for peace and happiness,

The World Renewal, November 2011

 

 

 


Publicado por Joao Beauclair em 08/01/2012 às 07h04



Página 1 de 580 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 » [próxima»]